The Handbook of Internet Studies – Capítulo 18

Nancy K. Baym é Professora Associada em Ciências da Comunicação na Universidade do Kansas. Ela tem escrito vários artigos amplamente citados sobre comunidades on-line e aspectos sociais da interação on-line. Ela é co-fundadora e ex-presidente da Associação de Pesquisadores da Internet e faz parte do Conselho Editorial de revistas incluindo New Media & Society, The Journal of Communication e The Journal of Computer-Mediated Communication.

Neste capítulo, Baym discute como a web 2.0 supostamente representa uma nova era da comunicação on-line e como de todas as plataformas, os sites de redes sociais (SNSs)  são os que conseguem mais chamar a atenção na atualidade. A autora destaca o crescimento do MySpace, que  lançou esforços para legislar a interação on-line, além de pessoas que foram presas por criar perfis falsos no Facebook, bem como as discussões geradas pelos especialistas, que temem que todos esses sites tenham levado a massas a esquecer o verdadeiro significado de “amigo”.

A autora questiona o quanto da Web 2.0 e redes sociais on-line são realmente novas, afirmando que, por ser uma estudiosa da área, é possível avaliar que a Internet “gerada pelo usuário” atualmente é diferente da que foi desenvolvida até 1994, onde todo o conteúdo era gerado pelo povo, para o povo. Para Baym, a Internet comtemporânea é desenvolvida e dominada por profissionais para gerar lucros.

Como isso, a autora afirma que os domínios onde as pessoas geram seus conteúdos atualmente, são, em sua maioria, empresas com fins lucrativos. MySpace,YouTube e Facebook são os mais conhecidos exemplos, mas não são de forma exclusiva. No início de 1990, quando os usuários criaram grupos de notícias e listas de discussão, a fim de compartilhar conteúdos, eles eram os únicos beneficiários. Hoje, quando as pessoas criam conteúdos, eles continuam a se beneficiar, mas também beneficiam empresas como a Fox Interactive, Google e o Facebook.

A partir disso, a autora afirma que a capacidade dos usuários para criar conteúdo pode não ser nova, mas há novos fenômenos em andamento nas redes sociais. Baym destaca que este capítulo se esforça para identificar o que é novo em redes sociais on-line e para situar esses sites no contexto mais amplo da história social da, Internet assim como a história das relações humanas. Após a definição de redes sociais, a autora discute brevemente sua história, e se volta para os três grandes temas que caracterizaram a pesquisa social sobre a Internet desde os seus primórdios: identidade, relacionamentos e comunidade. O capítulo é finalizado com uma breve discussão sobre a áreas mais propícias para possíveis investigações futuras.

Sites de Redes Sociais
O conceito de rede social surgiu em sociologia na década de 1950, preenchendo um meio entre indivíduos e comunidades. Ao invés de descrever uma formação social inteiramente nova, esta definição representou uma nova forma de olhar para as estruturas sociais. Começando com qualquer indivíduo, pode-se identificar uma rede social, para observar os conhecimentos da pessoa e as suas interconexões entre conhecidos.

Alguns entrevistados que participaram de uma pesquisa sobre o Last.fm, afirmaram que não consideravam o local como uma rede social, e as suas respostas para esta questão indicaram limites de definição que foram considerados nebulosos. O YouTube e Twitter atenderam aos critérios descritos por Boyd e Ellison, mas a maioria das pessoas usam o Youtube apenas como um local de visualização de vídeo e o Twitter como atualizações de conteúdo.

Os autores utilizam o termo “rede social local” e não “sites de redes sociais “, a fim de enfatizar que esses sites são mais frequentemente usado para replicar as conexões que ali existem. Boyd e Ellison notam que “a natureza e nomenclatura dessas conexões podem variar de site para site“ e que, apesar de algumas características tecnologicamente consistentes, as redes sociais são diversas. Como Golder, Wilkinson e Huberman (2007) diz, “estas ligações entre as pessoas constituem a parte “rede” da rede social, possibilitando compartilhá-las com os amigos ”

De acordo com Baym, o Facebook não permite muita flexibilidade no design da página como MySpace e LiveJournal, mas permite que os usuários possam ampliar a formação de seu perfil. Os usuários do Facebook podem adicionar aplicativos (incluindo vários da Last.fm), a fim de moldar a sua auto-apresentação, jogar com seus amigos, promover causas que eles acham importantes. Eles podem manter álbuns de fotos, compartilhar itens e vídeos de outros lugares da Internet. Já os usuários do Last.fm podem fazer muito menos, mas podem mostrar a música que escutam em tempo real, criar fluxos de rádio para os outros usuários, ver gráficos personalizados de suas músicas, particularidades que não podem ser feitas no Facebook.

Ao avaliar de forma mais ampla a atual gama de redes disponíveis, vê-se muito mais diversidade do que estes dois locais indicam. Muitas são projetadas para públicos muito específicos. As redes também variam consideravelmente sua utilização em todas as regiões globais. Um mapa demonstra as diferenças nacionais no uso das redes sociais – MySpace e Facebook dominam a América do Norte, o Orkut domina Latina América (com Hi5 vem em segundo lugar), Bebo é mais popular na Europa, Friendster na Indonésia, e LiveJournal na Rússia. Em adição a estas redes internacionais países menores têm seus próprios sites regionais, como LunarStorm na Suécia ou Arto na Dinamarca. Cyworld é imensamente bem sucedido na Coréia do Sul (Le Monde, 2008).

Para a autora, realizar um trabalho comparativo explorando as diferenças entre os sites e as conseqüências sociais dessas variações podem revelar algo mais valioso do que os esforços para se concentrar em sites individuais ou reduzir os fenômenos de um único campo com resultados uniformes.

Identidade

Autenticidade

A autora destaca que as redes sociais são construídas em torno de perfis individuais, e que com isso, questões de identidade são pertinentes a sua análise e têm sido o maior objeto de investigação. Inicialmente, sistemas on-line eram apenas textos, o que significa que muitas vezes as pessoas eram anônimas. Isto foi visto como um perigo, mas também como uma oportunidade para o jogo de identidade. Apesar do foco inicial no anonimato, muitos pesquisadores precocemente argumentaram que o jogo de identidade e fraude eram menos comuns do que se esperava. Em um estudo de homepages pessoais, com especial relevância para estudos de redes sociais, Wynn e Katz (1998) mostram que as pessoas normalmente se contextualizam no seio das comunidades off-line através da criação de links para os sites de organizações com as quais estavam associadas.

Para Baym, as redes sociais são baseadas na premissa de que tanto on-line como off-line as pessoas iriam sim se conectar com aqueles que compartilham conhecimentos. Isso pode criar confiança e, pelo menos no abstrato, tornar os perigos – e oportunidades – menores através do anonimato online. Embora seja prudente ter cuidado com os limites de confiança – tanto online quanto off – nossa compreensão da rede social não deve sucumbir ao pânico moral circundante a autenticidade das identidades on-line.

Audiência e privacidade
Outra preocupação muitas vezes ligada as redes sociais é a questão da privacidade. A autora traz um exemplo relatado por Standage (1998), que conta a história de pessoas que temiam que mensagens enviadas através do telégrafo seriam escutadas por aqueles sob os fios. A identidade é um conceito inerentemente social. Não faz sentido reivindicar uma identidade para ninguém; identidades são realizadas e percebida por outros exigindo flexibilidade como diferentes públicos. As questões cruciais são, portanto, em relação ao público. Para quem é criado uma identidade? Por quem ela é percebida? Ela pode ser escondida?

De acordo com Gross e Acquisti (2005), configurações de privacidade padrão são importantes, pois os usuários raramente  irão mudá-las. Em um estudo sobre Facebook,  os autores constataram que os usuários revelavam uma boa quantidade de dados pessoais e raramente buscavam limitar o acesso a essas informações.

Mesmo quando os usuários de redes sociais têm limitado a visibilidade dos seus perfis, eles enfrentam o problema de contextos colapsados ??(Boyd & Heer, 2006). Como quase todas as redes sociais estão atualmente estruturadas, a amizade pode ser identificada como um binário – uma pessoa é ou não é um amigo – apesar do fato de que em outros contextos sociais, as pessoas têm muitos graus de amizades e são seletivos sobre quais as informações revelam a quem.

Categorias de identidade
A maioria das redes sociais fornecem conjuntos predeterminados de categorias para a construção de identidades. Os sinais de identidade mais importantes podem ser o nome e a fotografia. Sua autenticidade pode ser crucial para estabelecer uma confiança. MySpace, Last.fm, e muitos outros sites, no mínimo se escolhe o nome do ususário. No Last.fm, é incomum ver um nome real e as imagens dos avatares raramente retratam os usuários. Por outro lado, permite às pessoas escolherem pseudônimos somente após a sua identidade ter sido verificada. O Facebook exige nomes reais, embora o seu sistema para reconhecer a autenticidade é falho, resultando em múltiplos perfis com nomes de celebridades, empresas ou sites.

Ao contrário de outras plataformas de identidade on-line, uma vez que os usuários escolhem seus nomes, as redes sociais fornecem categorias para serem  preenchidas em seus perfis. Embora as categorias variem, normalmente as informações demográficas fornecidas são idade, local de residência, e em geral os interesses. Em relação as questões raciais, o Facebook não fornece qualquer esta categoria podendo-se argumentar, de acordo com a autora,  um esforço para tornar esta questão irrelevante ou uma suposição de que os usuários seriam brancos.

Como raça, nacionalidade pode ser uma categoria de identidade em uma rede social. O exemplo mais flagrante desta situação é Orkut, propriedade do Google, lançado com sede nos EUA em 2004. As pessoas podiam participar apenas quando convidadas por um membro existente. Dentro um curto período de tempo, os brasileiros ultrapassaram os membros de todos os outros países, um fenômeno que foi atribuído a suposta sociabilidade dos brasileiros, sendo visto como uma explicação inadequada.

Outro marcador de status pode ser a quantidade de amigos que a pessoa possuiu Em uma pesquisa realizada através do Facebook, Lampe e colegas (2007)
descobriram que o número de amigos correlacionada com as informações postadas no perfil. As pessoas que incluíram informaçõe indicavam confiabilidade proporcionando assim, uma maior quantidade de amigos em sua rede social.

Amigos visíveis
Em redes sociais, todos os amigos (e às vezes estranhos) podem visualizar sua lista de amigos. Estas listas fornecem o contexto para interpretar uma pessoa e, como tal, podem afetar a credibilidade e a atratividade percebida. Donath e Boyd (2004) foram os primeiros a compreender que a exibição pode ser potencialmente arriscada para a reputação.

Baseando-se em pesquisas em Psicologia Social, Walther e colegas (2008)
examinaram que atratividade física pode ser afetada pela atratividade de seus pares. De acordo com os autores, pessoas com amigos classificados como mais atraentes no Facebook tendem a ser vistas de forma mais positiva. Além disso, Baym descreve como em algumas pesquisas realizadas os comentários podem ser compreendidos de formas distintas a partir da questão do gênero. Para os perfis das mulheres, as mensagens positivas no perfil aumentam a percepção da atratividade fisica, enquanto as mensagens negativas diminuem essas percepções. Para os homens, mensagens negativas no perfil podem indicar insinuação sexual,  aumentando a percepção de atratividade.

Várias mídias
Talvez a área mais negligenciada de pesquisa sobre o uso de identidade é a forma como as pessoas usam sinais sociais não-verbais, tais como vídeos e fotografias, para criar a sua identidade. Para a autora, é mais difícil estudar o conteúdo visual do que o verbal, mas como meios visuais de auto-construção tornam-se cada vez mais comum essa possibilidade, sendo necessário que os pesquisadores desenvolvam diferentes formas de avaliação para dar sentido a esses fenômenos.

Relacionamentos

Perfis pessoais formam o conteúdo central das redes sociais, mas são as conexões entre esses perfis e as relações que essas conexões representam que as tornam redes. A manutenção do relacionamento pessoal sempre foi um dos usos mais populares da Internet. Quando a atenção das pesquisas centrou-se sobre as relações interpessoais na Internet, estas muitas vezes são dirigidas para a formação de novas relações entre aqueles que se encontram on-line, em vez de analisar a manutenção mais mundana das relações entre aqueles que já se conheciam (Baym, 2002). Muitas vezes, pesquisas se atentavam em estudar grupos orientados para a tarefa, a fim de compreender os processos relacionais. Havia muitas vezes, as comparações entre “online” e as relações “offline”.

Geralmente, tais pesquisa constatavam que relacionamentos “on-line” são menos desenvolvidos do que “offline”. No entanto,  em estudo longitudinais, as diferenças entre amizades online e offline foram vistas como uma forma de diminuir a distância ao longo do tempo.

Manutenção relacional
As investigações sobre as redes sociais tem enfatizado  que embora as redes possam facilitar o surgimento de novos amigos, elas parecem ser mais freqüentemente usadas para manter contato com as pessoas que encontramos em outro espaços. Lenhart e Madden (2007) constataram que 91% dos adolescentes norte-americanos usam asredes sociais a fim de se conectar com os amigos. Boyd (2006) também constatou que a principal utilização do MySpace para os adolescentes é a socialização quando eles não são capazes de estarem juntos em uma forma não mediada.

Sabe-se muito pouco sobre o conteúdo ou funções de troca de mensagens em redes sociais. Há provas, no entanto, que em alguns casos, elas podem permitir trocas
emocionalmente mais arriscadas do que poderia ocorrer através de outros meios. Larsen (2007) mostra que os participantes, em especial adolescentes, muitas vezes deixam mensagens emocionalmente efusivas proclamando seu amor e admiração para outros perfis. A comunicação por meio desses espaços também podem ajudar algumas pessoas a converter relações de laços fracos em laços fortes.

Ambiguidade

Um diferença marcante entre as relações mantidas através das redes sociais e aqueles mantida através de outros meios, é que dentro destes espaços as relações são explicitamente rotuladas por uma infra-estrutura dos sistemas. Na maioria dos casos, o rótulo é “amigo”. Já o Twitter usa o termo “seguidor”. O Flickr permite que as pessoas sejam classificadas como “amigo”, “contato”, ou “família”. Cyworld usa o termo que, como Kim e Yun (2007) explicam, é carregado de significado, uma vez que “metaforicamente estende o conceito cultural coreano de laços de sangue para as relações interpessoais virtuais “. O Linkedin, orientada para profissionais, utiliza os termos, mais afetivamente neutros como “contato” e “conexão”.

Muitos estudiosos de amizade notaram a ambigüidade das ligações pessoais on e offline, sendo possível denotar diversos tipos de relacionamento. Em interações face a face as pessoas são prudentes sobre como definir explicitamente os parâmetros de suas amizades. Isso é muitas vezes uma questão de  proteção, de não causat constrangimentos e impor os limites de afeição por alguém.

As redes sociais também podem levar a novas espécies de relações, tais como aqueles que surgem entre fãs e celebridades. A relação fã/banda foi essencial para o crescimento do MySpace, por exemplo. Baym e Burnett (2008) mostraram que para muitos músicos, as conexões promovidas através de sites como MySpace evoluíram para um novo tipo de relacionamento emocionalmente gratificante entre fãs e amigos. Este fenômeno pode não se aplicar apenas para celebridades, mas também para microcelebridades ou mesmo relativamente desconhecidos.

Comunidade
Muitas das pesquisas de Internet antes das redes sociais eram focadas em
grupos e comunidades on-line (raramente existia uma distinção entre os dois conceitos). Como observado, a maioria das redes sociais são baseadas em indivíduos em vez de interesses. Embora a maioria das redes sociais oferecerem maneiras de criar grupos de usuários dentro dos sites, estes são geralmente mal organizados.

As investigações em comunidades on-line tem mostrado que os grupos desenvolvem normas, padrões de comportamento, hierarquias internas e fornecem apoio social  aos seus membros.

As normas sociais também estão enraizadas nos contextos comportamentais que os usuários vivenciam. As redes sociais podem, assim, invocar e incentivar no grupo normas que se estendem além daqueles espaços. Isso pode incluir questões de gosto e também do comportamento.
Outros tópicos

A autora afirma que as redes sociais são relativamente novas e as pesquisas ainda são lentas, afirmando que é preciso realizar um trabalho comparativo que as analise em variados contextos, trabalhando com diferentes usuários e avaliando como as pessoas organizam a sua experiência social e como integram nestes sites.

Baym reforça anecessidade de estudos que analisem rigorosamente mídias com fotografias e vídeos. Estudos longitudinais podem ajudar a entender como estes
sites funicionam ao longo do tempo, não só focando em estudos instântaneos como os que estão sendo elaborados em sua maioria.

Para a autora, a maior análise critica é a que foi citada no início deste ensaio:
ética. Quais são as implicações práticas e éticas do movimento de socialização
em espaços não-lucrativos para ambientes com fins lucrativos? Os usuários acreditam que sites como o Facebook pertencem a eles, mas eles estão enganados. Como as redes sociais tem se tornado necessidades práticas para muitos na sustentação suas vidas sociais, estas encontram-se cada vez mais em dívida com pessoas jurídicas, cuja principal responsabilidade é para seus acionistas e não seus usuários. O incentivo não é ajudar a promover relações pessoais significativas e gratificantes, mas para entregar para os anunciantes e influenciar as decisões de compra. Os termos de uso de muitos desses sites são profundamente problemáticos, que apenas se confia sem investigar a fundo do que de fato se trata.

Baym pontua que alguém poderia argumentar que se a pessoa não gostar dos termos de uso de algum serviço pode simplesmente ir embora, mas, como Petersen (2008) discute, isso não é viável quando as redes sociais se tornam um lugar onde dados e conexões são armazenados.

Outra questão ética que tem sido pouco abordada pelos estudiosos é o potencial
para dados de rastreamento por aqueles que executam os sites e provedores de busca. Os usuários têm pouca ou nenhuma escolha de optar por compreender como seus dados são utilizados depois de terem sido colocados em uma rede social. Como a discussão da privacidade sugere, eles também não são bem informados sobre os usos do que é feito com os seus dados. A crescente integração das plataformas tornam cada vez mais fácil rastrear as atividades sociais e intelectuais dos usuários através destes serviços, agregando os fluxos de informações pessoais para serviços personalizados de publicidade.

Por fim, a autora afirma que não quer dizer que as redes sociais devem ser vistas como uma ameaça. Elas oferecem inúmeros benefícios, incluindo a capacidade de elaborar a auto-imagem para um público, ampliar e manter as conexões sociais, melhorar os relacionamentos, aumentar o acesso ao capital social e se divertir. No entanto, elas são sem dúvida uma reestruturação a natureza das redes sociais on-line e off, e deve-se ser cauteloso para estudá-las a partir dos modos de vida que as promovem, em vez de tentar compreendê-las em seus contextos culturais e comerciais.

Bianca Orrico

É psicóloga, graduada pela Universidade Salvador. Atua na Safernet Brasil em um canal gratuito que oferece orientação para esclarecer dúvidas, ensinar formas seguras de uso da Internet e também orientar crianças e adolescentes e/ou seus próximos que vivenciaram situações de violência on-line. Tem experiência em acompanhamento de crianças e adolescentes em situação de risco e vulnerabilidade social. Realizou pesquisas sobre adolescentes, redes sociais e tribos urbanas.

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