Pesquisadores

Coordenador

José Carlos

José Carlos Ribeiro – Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia, doutorado em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia, e pós-doutorado pela Universidade Nova de Lisboa. É professor do Instituto de Psicologia (UFBA) e pesquisador associado aos Programas de Pós-graduação em Psicologia (UFBA) e em Comunicação e Cultura Contemporâneas (UFBA). É coordenador do GITS – Grupo de Pesquisa em Interações, Tecnologias Digitais e Sociedade (UFBA/CNPQ) e professor colaborador do LAB404 – Laboratório de Pesquisa em Mídia Digital, Redes e Espaço (UFBA/CNPQ). Tem experiência nas áreas de Psicologia e de Comunicação, com ênfase em Novas Tecnologias Digitais, atuando principalmente nos seguintes temas: cultura, sociabilidade, interações e processos psicossociais relacionados aos meios e ambientes digitais de comunicação. (Lattes | @jcribeiro)

Pesquisa: Percepções sobre Usos e Apropriações de Dispositivos Comunicacionais Móveis nas Práticas Interacionais Cotidianas: um estudo com jovens universitários.

Descrição: A presente pesquisa objetiva detectar os formatos de usos e apropriações dos dispositivos comunicacionais móveis nas atividades diárias de jovens universitários, e investigar as ressonâncias de sua incorporação nas dinâmicas interacionais, em especial no que diz respeito aos modelos de comunicação interpessoal, de sincronização interacional e de comportamentos sociais vivenciados. Busca-se com isto aprofundar o olhar sobre as implicações dos usos desses dispositivos na vida social, captando, através da utilização de técnicas qualitativas (ancoradas na proposição de duas categorias e oito sub-categorias de análise), as narrativas pessoais dos sujeitos sobre os sentidos, os significados e os lugares que eles ocupam em suas vidas, compondo e recompondo experiências de práticas comunicativas e interacionais.


Pesquisadores Efetivos

Vitor Braga – Possui graduação em Comunicação Social – habilitação em Jornalismo – pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); mestrado e doutorado em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia (PÓSCOM-UFBA); e pós-doutorado em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atualmente é professor do Departamento de Comunicação da Universidade Federal de Sergipe (UFS) e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM-UFS). Tem experiência profissional e realiza projetos de extensão em jornalismo, fotografia e design. Pesquisa na área da cibercultura, especialmente acerca dos processos de sociabilidade nas mídias sociais. Compõe o Grupo de Pesquisa em Interações, Tecnologias Digitais e Sociedade (GITS-UFBA) e o Laboratório de Visualidades, Narrativas e Tecnologias (LAVINT). Atua nos seguintes temas: cibercultura, comunicação, fotografia, planejamento visual, mídias sociais e artes visuais. (Lattes | @vitorbragamg)

Pesquisa: Condições materiais e performances sociais no compartilhamento de imagens: um estudo dos jovens e suas selfies

Resumo: A pesquisa considera as práticas sociais entre usuários em redes de compartilhamento de fotografias, capazes de estabelecer uma interação mediada pelas imagens. Para tanto, será realizada uma análise de páginas de fotografias presentes em sites promotores de compartilhamento de imagens. Isto com vistas a compreender de que forma o surgimento de novos recursos, de novas plataformas que possibilitam a criação de redes sociais e a popularização das mídias digitais estariam alterando a dinâmica das interações por meio do compartilhamento de fotografias, principalmente nas performances travadas através das selfies.
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Bianca Becker é psicóloga, professora e pesquisadora. Possui mestrado e doutorado em Psicologia; linha de pesquisa Infâncias e Contextos Culturais, pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia – PPGPSI, da Universidade Federal da Bahia/UFBA. Membro Efetivo do Grupo de Pesquisa em Interações Sociais, Tecnologias Digitais e Sociedade – GITS (POSCOM/UFBA); do Grupo de Pesquisa em Brincadeiras e Contextos Culturais (PPGPSI/UFBA) e do Grupo de Pesquisa em Educação, Redes Sociotécnicas e Culturas e Digitais – EDUTEC (FACED/UFBA). Desenvolve pesquisa sobre a brincadeira como fenômeno do desenvolvimento e prática/produto cultural em seus diversos contextos; com foco especial às apropriações criativas das tecnologias digitais por crianças e adolescentes e os aspectos inovadores das culturas lúdicas contemporâneas. (Lattes | @biancabecker_psicologia)

Pesquisa em andamento: “Rotinas e Culturas Lúdicas infantis em tempos de pandemia” (coautoras: Sabrina Gomes Torres/UFRB; Íris Araújo dos Santos/UFBA; Ilka Dias Bichara/UFBA)

Resumo: Partindo da consideração das crianças como atores sociais ativos, competentes e aptos para refletir, debater e produzir conhecimento sobre sua própria realidade; investigamos as rotinas lúdicas infantis através dos usos e apropriações criativas das tecnologias digitais em atividades lúdicas realizadas por crianças durante o período de confinamento imposto pela pandemia Covid-19. Para tanto, apresentamos delineamentos e análises baseados em metodologias participativas. Considerando as práticas culturais e, por conseguinte, os fenômenos do desenvolvimento sociointeracional, estritamente relacionados aos diversos contextos em que se estabelecem, buscamos discutir os processos de constituição das culturas lúdicas contemporâneas nascidas e intensificadas neste momento sociocultural específico.

Paulo Victor Sousa é professor do curso de Design Digital da Universidade Federal do Ceará – Campus Quixadá, onde coordena o Grupo de Pesquisa em Tecnologias Digitais e Espacialidade – Locomô. Doutor em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia – PósCom/UFBA (2016), com mestrado no mesmo programa (2012), onde participou do Grupo de Pesquisa em Cibercidades – GPC e do Grupo de Pesquisa em Interação, Tecnologias Digitais e Sociedade – GITS. Atualmente desenvolve pesquisa e orienta trabalhos relacionados a smartcity, internet das coisas, dispositivos móveis e temáticas afins. (Lattes | @pvbsousa).

Pesquisa: A localização em rede: integração, usos e apropriações de recursos georreferenciais em redes sociais digitais.

Resumo: Durante anos recentes, uma série de aplicativos, tecnologias e serviços baseados em localização foram incorporados a dispositivos comunicacionais móveis (como celulares e tablets). Muitas das funcionalidades propostas por tais serviços funcionam a partir da coalizão com redes sociais digitais, o que proporciona o arranjo de dinâmicas sociais e funcionalidades pautadas nessa correlação com pares. Essa pesquisa tem por objetivo estudar como recursos de localização espacial foram desenvolvidos, implementados e apropriados, observando o aspecto georreferencial de serviços baseados em localização enquanto uma variável interveniente nas formas de sociabilidade mediadas por redes digitais. Acredita-se que, a partir de um olhar sistemático sobre o histórico, as propostas de uso e as formas efetivas de utilização, tenha-se daí uma compreensão de um momento de ampla disposição e apropriação desse recurso específico no atual cenário da cultura digital.
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Foto GITS RN

Rodrigo Nejm é psicólogo pela Universidade Estadual Paulista UNESP/Assis-SP, doutor em psicologia pela Universidade Federal da Bahia com estágio sanduíche na Universidade Paris V e na EHESS, França. Pós-doutorando na área de Psicologia Social no Programa de Pós Graduação em Psicologia da UFBA. Mestre em Gestão e Desenvolvimento Social pelo CIAGS/UFBA. Desde a graduação busca relacionar debates entre psicologia e tecnologias de comunicação, a exemplo do intercâmbio acadêmico para estudar “Médiation Culturelle et Communication” na Université Charles de Gaulle Lille 3, França. Desde 2007 atua como psicólogo e diretor de Educação da ONG Safernet Brasil, responsável pela criação de materiais pedagógicos para defesa e promoção dos Direitos Humanos na Internet. Tem interesse de pesquisa nas interfaces da psicologia com a comunicação, privacidade e sociabilidade de crianças e adolescentes nas interações em ambientes digitais. (Lattes)

Pesquisa: Exposição de si e o gerenciamento da privacidade de adolescentes nos contextos digitais / Dispositivos móveis e as dinâmicas interacionais de jovens.

Resumo: A pesquisa realizou um estudo qualitativo para conhecer a forma como os próprios adolescentes descrevem suas experiencias nos ambientes digitais em termos de exposição de si e gerenciamento da privacidade. Identificamos algumas estratégias de regulação dos conteúdos e das audiências como forma de descolapsar os contextos digitais de interação. Ainda que o processo de gerenciamento das impressões motive maior controle sobre as exposições, as audiências dos adolescentes nas plataformas digitais são restritas a poucos conhecidos também presencialmente. Apesar da intensa regulação das exposições voluntárias e diretas, observamos pouca ou nenhuma dedicação ao gerenciamento das exposições indiretas e involuntárias em torno dos rastros digitais. Diante do grande volume de aspectos do self registrados e compartilhados digitalmente, atentamos para a importância do gerenciamento do que chamamos meta-self.

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Marcel Ayres Pesquisador GITS UFBA

Marcel Ayres é doutor em Comunicação e Culturas Contemporâneas, na linha de Cibercultura, pela Póscom/UFBA. Graduado em Comunicação Social (habilitação em Jornalismo) na Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Facom – UFBA). Especialização em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Já atuou como bolsista no Programa de Educação Tutorial de Comunicação (Petcom), também atuou como pesquisador no Observatório de Publicidade em Tecnologias Digitais (OptDigitais). Atua como consultor e professor em Comunicação e Marketing Digital. (Lattes | Blog | @MarcelAyres).

Pesquisa: Gerenciamento da Privacidade em Interações Mediadas por Instant Messengers Móveis

Resumo: Nesta tese, realizamos uma pesquisa qualitativa com jovens adultos brasileiros (entre 18 a 24 anos) que objetivou investigar e analisar práticas de gerenciamento da privacidade em interações mediadas por um Instant Messenger Móvel (WhatsApp). Partindo da privacidade enquanto um Acesso Restrito/Controle Limitado das informações pessoais, sensível a diferentes contextos e situações sociais, conduzimos um diálogo entre estudos do gerenciamento da privacidade com pressupostos teóricos da Perspectiva Dramatúrgica das interações proposta pelo sociólogo Erving Goffman. Com base em relatos provenientes de quatorze (14) entrevistas semiestruturadas, analisamos como nossos participantes gerenciam suas privacidades no WhatsApp a partir de regulações da acessibilidade/visibilidade de si dentro do aplicativo. Através dos resultados obtidos, identificamos como os usuários do WhatsApp adotam diferentes práticas a fim de selecionar, conceder ou corrigir o acesso às suas informações e, desta maneira, garantir o nível de privacidade desejado em relação ao monitoramento de audiências desconhecidas e/ou da ocorrência de intromissões inoportunas no aplicativo. Constatamos também que as possibilidades de seleção e delimitação das audiências (plateias) dentro do WhatsApp contribuem, ainda que de forma limitada, para que indivíduos possam criar e transitar por regiões representacionais de frente (fachada) e de fundo (bastidores) paralelas, as quais asseguram uma maior assertividade em relação ao gerenciamento de impressões. Além disso, os participantes utilizam os ajustes de privacidade disponibilizados no aplicativo para regular a visibilidade da sua presença e restringir demandas por interações imediatas que são provenientes de interpretações equivocadas da sua disponibilidade social. Por fim, os recursos de privacidade disponíveis no WhatsApp se mostram insuficientes para garantir o nível de privacidade desejado entre os usuários, afetando sua percepção e seu respectivo gerenciamento nas interações cotidianas.
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Karla

Karla Freitas é mestre e doutoranda pelo Programa de Pós Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela UFBA, na linha de pesquisa Cultura Digital. Possui Bacharelado em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda. Atuou nos setores de criação da Agência Versa e da empresa DP&P Comunicação Visual, atualmente, atua como produtora de conteúdo digital e analista de dados digitais. Tem interesse nos temas: Interações Sociais, Tecnologias Digitais, Emoções e Imperativo da Felicidade. (Lattes | @karlacfreitas)

Pesquisa: Gerenciamento da emoção entre jovens adultos em plataforma de mídia social no Brasil

Resumo: O presente trabalho busca investigar busca investigar o processo de gerenciamento da emoção em mídia social digital, tendo como enfoque principal examinar de que modo se apresentam as estratégias e as táticas desse processo durante as interações sociais na era digital.  Na contemporaneidade, a partir dos processos de digitalização da cultura, as mídias sociais digitais têm assumido um protagonismo sobre o modo como interagimos e nos relacionamos uns com os outros. Deste modo, entendendo que as interações são imbuídas de emoções e que estas são socialmente alimentadas, questionamos sobre a influência das potencialidades das plataformas de mídia social e da era digital na possível reconfiguração da gestão e regulação das emoções nestes ambientes. Para fundamentação deste trabalho são apresentados o processo de gerenciamento da emoção e de regulação emocional relacional.
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Lisi Barberino é mestre e doutoranda pelo Programa de Pós Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela UFBA, na linha de pesquisa em Comunicação e Cultura Digital. Possui Bacharelado em Comunicação Social com habilitação em Produção em Comunicação e Cultura. Trabalhou no Museu de Arte Moderna da Bahia, no qual, responsabilizou-se pela produção de conteúdo para os sites de redes sociais e produziu diferentes projetos e exposições. (Lattes | Twitter)

Pesquisa: Um estudo sobre usos e apropriações de tecnologias de comunicação e informação por facções criminosas na Bahia.

Resumo: A pesquisa busca refletir como sujeitos enquadrados como atores-pivôs da violência urbana disputam as narrativas e controle das construções simbólicas e midiáticas a seu respeito e a respeito de suas atividades ilícitas, em plataformas digitais.

Mariana Matos Psicóloga pela Universidade Salvador (UNIFACS), Mestre e Doutoranda em Psicologia Social pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Especialista em Comportamento Organizacional e Gestão de Pessoas, Formação Clínica em Terapia Cognitivo Comportamental pela Universidade Salvador (UNIFACS). Trabalha com psicoterapia clínica e avaliação psicológica, e se interessa por estudos relacionados à Psicologia Clínica, Adolescência, Padrões Estéticos, Padrões de Beleza, Estigmas Corporais, Corporalidade, Obesidade, Gordofobia, Interações Sociais, Plataformas Digitais, Tecnologias Digitais. (Lattes)

Pesquisa: Apresentação de Si e o Estigma da Obesidade em Ambientes Digitais

Resumo: Na nossa cultura, os padrões de beleza costumam ser relacionados aos corpos magros, jovens e atléticos. Destoar desse padrão, como no caso dos corpos gordos, inabilita o indivíduo para a aceitação social plena, configurando-se então em um estigma. Em ambientes digitais, os usuários obesos deparam-se com discursos de ódio, gordofobia, manifestações de preconceito e discriminação, assim como também encontram espaços seguros de acolhimento, movimentos de empoderamento, ativismos, militâncias, campanhas e influenciadores que defendem a aceitação corporal. Deste modo, engajar-se em interações sociais neste contexto se torna um processo que é permeado pelas diversas particularidades ali existentes, sejam condicionantes técnicos, sejam as polarizações decorrentes do estigma, possibilitando um gerenciamento de informações específico para este grupo. Considerando estes aspectos, a pesquisa intenciona analisar a apresentação de si, considerada um elemento crucial para a manutenção e fluidez das interações sociais, de usuários obesos em ambientes digitais, através de entrevistas e observações.

Eliane Delamar é antropóloga com mestrado pela Universidade Federal do Amazonas/ UFAM e Doutoranda do Programa de Pós-graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da Universidade Federal da Bahia/UFBA na linha de pesquisa: comunicação e cultura digital. Possui bacharelado em serviço social pela Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC e especialização em psicologia na área da violência contra criança e o adolescente pela Universidade de São Paulo/USP. (Lattes)

Pesquisa: Renderização da Morte: Ritos fúnebres e cultura digital no contexto da Covid19.

Resumo: O projeto refere-se a uma pesquisa que tem como ponto de partida a Antropotanatologia. Trata-se de um estudo acerca da morte e dos ritos fúnebres, sob a perspectiva da cultura digital, no contexto da pandemia de Covid19. A proposta traz a morte como categoria socioculturalmente construída, isto com base em análise de alguns ritos de luto e sepultamento, e da ressignificação da ideia de corpo como suporte único e exclusivo daquele que vive. Busca-se identificar o trânsito da morte nos ambientes digitais, analisando as performances do corpo quando ele biologicamente morre e quando culturalmente ressuscita. O projeto objetiva também promover diálogos reflexivos acerca do prolongamento/transposição dos ritos fúnebres para as ambiências digitais; das mídias utilizadas na manutenção do luto; das diferentes experiências de luto neste contexto; e do trânsito de subjetividades relacionadas a morte. Espera-se que a aproximação com o fenômeno da morte e suas múltiplas manifestações, no contexto da cultura digital, permita ver de perto como a finitude nos move, nos comove, impacta e imprime a vida a partir de suas multiagências.

Mayara Carvalho é psicóloga Formada pela Universidade Salvador (UNIFACS). Especialista em Desenvolvimento Infantil pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF). Mestranda em Psicologia Social pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atuou como psicóloga e coordenadora em Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) e como psicóloga em Unidade de Saúde – docente assistencial e em clínica. Possui experiência na área de Psicologia Social Comunitária, em interface com Educação e Comunicação, atuando desde 2008 com grupos, em projetos sociais e, posteriormente, em Organização Não Governamental. Foi um dos membros fundadores e integrante do Grupo de Trabalho Psicologia e Mídia no CRP-03, entre 2007/2011. Possui interesse de pesquisa no que se refere à interação e apresentação de si de crianças, e suas respectivas famílias, em ambientes digitais. (Lattes)

Pesquisa: A apresentação de si de um Youtuber mirim, na plataforma de compartilhamento de vídeos – Youtube. 

Resumo: O Estudo versa sobre a apresentação de si de Youtubers mirins na plataforma Youtube, com o objetivo de fazer a análise de um estudo de caso, a partir da teoria dramatúrgica de Goffman.

Paula Paz

Paula Paz é graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia e pós-graduada em Marketing e Branding pela Universidade Salvador. Atua na área de Publicidade como Planejamento na Ideia 3 Comunicação e realiza consultorias estratégicas em Marketing Digital. Integrante do Coletivo Minissaia, voltado à discussões em torno do empoderamento e questões de gênero. Aluna Especial vinculada ao PósCom-UFBA na disciplina “Políticas da Informação e da Comunicação”. Professora das temáticas de produção de conteúdo, relacionamento e planejamento digital em cursos de pós-graduação da Universidade Salvador e Estácio. Temas de interesse: influenciadores digitais, sociedade em rede, influência mediada, capital social em ambientes digitais, new media literacy. (Lattes)

Tainá Almeida é mestranda pelo Programa de Pós Graduação em Psicologia da Universidade Federal da Bahia (PPGPSI/UFBA) na linha de Cognição Social e Dinâmicas Interacionais. Graduada em Psicologia com ênfase em Saúde pela mesma instituição. Atua como psicóloga clínica em Salvador e tem como temas de interesse: interações sociais e tecnologias digitais, padrões estéticos, estigmas corporais, autoimagem e transtornos alimentares. (Lattes)

Pesquisa: Influência da Comparação Social na Apresentação de Si de adolescentes na rede social digital Instagram 

Weidel Cabral é mestrando em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Bacharel em Publicidade e Propaganda pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR) e Licenciado em Letras – Língua Portuguesa, pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). Atuou como professor de Língua Portuguesa em escolas do Ceará. Tem interesse por pesquisas que envolvam Cultura Digital, Interações Sociais, Juventudes e Apresentação de si.

Pesquisa: Apresentações de si da juventude da periferia no Instagram.

Resumo: A pesquisa pretende analisar perfis de Instagram de jovens da periferia, a fim de compreender as apresentações de si que envolvem esses atores em ambiente digital.

Alice Leroy é mestranda pelo Programa de Pós Graduação em Comunicação e Cultura Contemporânea pela UFBA, na linha de pesquisa Comunicação e Cultura Digital. Possui Bacharelado em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela UFMG. Teve experiência como assessora de imprensa e relações públicas e atualmente atua como produtora de conteúdo para web. As principais áreas de interesse são: interações sociais, mobilidades e influência social e digital. (Lattes).

Pesquisa: Instagram e o processo de influência social: uma análise da relação entre influenciadoras digitais de viagem e suas seguidoras

Resumo: O presente projeto de pesquisa busca investigar as características do processo de influência social entre influenciadoras digitais de viagem e suas seguidoras no Instagram, tendo como enfoque mulheres que promovem viagens solo e de autoconhecimento como lifestyle. Também objetiva entender de que maneira as seguidoras dos perfis se afetam por esse processo. A influência social é um processo de mudança de comportamentos, atitudes e crenças a partir da análise de como se é percebido em busca de adequação às normas sociais, e esse fenômeno também se apresenta em ambientes digitais. A pesquisa, exploratória, será desenvolvida de modo qualitativo e utiliza a análise de conteúdo para compreender melhor os princípios da influência social percebidos e suas repercussões para as seguidoras.

Vanessa Rodrigues é psicóloga (2019), mestranda em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Especialista em Psicologia Escolar e Educacional, Pós graduada em Psicopatologia.Fundadora e Coordenadora do Núcleo Multidisciplinar em Estudos e Pesquisas em Suicidologia de Feira de Santana (NUMEPS-FSA). Ex coordenadora da Equipe Gestora da Subsede Sertão/Recôncavo do CRP03.  Atua em clínica psicológica e em projetos relacionados a prevenção, Posvenção do Suicídio na comunidade e nas redes sociais.

Pesquisa: Apresentação de Si de Jovens Brasileiras entre 15 e 24 anos em crise Suicida no Instagram.

Resumo: Trata-se de uma investigação acerca de como as jovens em crise suicida utilizam o Instagram para  apresentarem a si  neste momento de extremo sofrimento que é a crise suicida.

Renata Carvalho é psicóloga pela UNIFOR (Universidade de Fortaleza), Mestre em Psicologia pela UFC (Universidade de Federal do Ceará), Doutoranda em Psicologia pela UFS (Universidade Federal de Sergipe). Estudou Youtubers Mirins em seu mestrado e tem interesse em estudar as interações entre Influenciadores Digitais e seus seguidores no Instagram. (Lattes)

Pesquisa: Lugar de criança é no Youtube? Práticas discursivas dos novos formatos da publicidade infantil no Canal de Julia Silva

Resumo: A pesquisa teve como objetivo investigar as práticas discursivas ligadas ao consumo que são endereçadas às crianças no canal de Youtube de Julia Silva.

lorena

Lorena Borges é graduanda em Psicologia pela UFBA (ingresso em 2016). É membro efetiva do GITS – grupo de pesquisa em interações, tecnologias digitais e sociedade. É estagiária na Coordenação de Desenvolvimento Institucional da Superintendência de Avaliação e Desenvolvimento Institucional (UFBA). Tem experiência nas áreas de Psicologia Social Comunitária, Psicologia do Desenvolvimento da Criança e da Velhice. Tem como focos de interesse e atuação em saúde mental e promoção da saúde, compromisso ético-político de psicologia, Psicologia e relações raciais e de gênero, interações sociais e tecnologias digitais, inserção da psicologia no SUS, gestão e mapeamento de processos. Atualmente, tem pesquisado sobre a promoção da saúde sexual das mulheres nos ambientes digitais. (Lattes)

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Pesquisadores Colaboradores

Malu Fontes

Maria Lucineide Andrade Fontes (Malu Fontes), Jornalista, graduada pela Universidade Federal da Bahia/UFBA (1989); mestre (1999) e doutora (2004) pelo Programa de Comunicação e Cultura Contemporâneas/UFBA (2009); integrante do Projeto Nacional para o Estudo do “Ensino do Ciberjornalismo na Era da Convergência Tecnológica, Metodologias, Planos de Estudo e Demandas Profissionais no âmbito do PROCAD”; participante do GJOL, Grupo de Pesquisa em Jornalismo On-Line; professora adjunta da Faculdade de Comunicação da UFBA, onde leciona na Graduação, no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas e no curso de Especialização em Teoria da Comunicação; pesquisadora associada da ONG Anis – Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero (http://www.anis.org.br/); articulista-colaboradora em rádio, jornal impresso e televisão educativa no campo temático da cultura noticiosa. (Lattes |@malufontes)

Mônica Paz

Mônica Paz é doutora (2015) e mestre (2010) pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas, na linha de pesquisa sobre Cibercultura, da FACOM/UFBA. Bacharel em Ciência da Computação pelo DCC/IM/UFBA (2007). Entusiasta do movimento Software Livre, já colaborou com a comunidade baiana desse movimento em diversos eventos e também com a Revista Espírito Livre. (Lattes | Blog | @monicapazz)

Pesquisa: Gênero e Tecnologia: hackeando as relações de gênero na comunidade software livre do Brasil.

Resumo: O objetivo da pesquisa do doutoramento é analisar a comunidade software livre por um viés de gênero.  Dessa forma, busca compreender, no que se refere ao Brasil e à percepção das mulheres, quais são: 1) as tensões e implicações de gênero nos mais diversos âmbitos do movimento software livre; 2) as razões da e críticas feministas à utilização do software livre enquanto opção tecnológica para o empoderamento de mulheres nas TIC; e 3) as formas de apropriações e colaboração ao software livre realizadas pelas mulheres e pelos grupos de mulheres dessa comunidade. Além desse tema, a pesquisadora também se interessa por sites de redes sociais onde se evidencia o fenômeno da segmentação em temas/interesses, suas funcionalidades, práticas sociais e representações sociais.
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Fabricio de Souza

Fabricio de Souza graduou-se em Psicologia pela Universidade Federal do Espírito Santo (1997). Pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia, nesta mesma instituição, obteve os títulos de Mestre em Psicologia (2000) e Doutor em Psicologia (2006). Pós-Doutor pela Universidade de Manitoba (Canadá) e no Paradigma (Instituto de Cinência e Tecnologia do Comportamento de São Paulo). Atualmente é professor do Instituto de Psicologia da Universidade Federal da Bahia. Tem experiência na área de aplicação da Análise do Comportamento (Terapia Comportamental de jovens e adultos) e na investigação da interação humana e animal segundo o enfoque evolucionista. Atualmente dedica-se à investigação das interações de adolescentes mediadas pela tecnologia digital. (Lattes)

Pesquisa: Relações online entre adolescentes da cidade de Salvador/BA

Resumo: Os avanços tecnológicos e o desenvolvimento de aparatos digitais produzem transformações sociais muito sensíveis nos dias atuais fazendo com que as ações das pessoas sejam marcadas pela realidade de culto ao novo, de renovação e de rupturas com algumas estruturas sociais Julga-se oportuno estudar os efeitos tecnológica sobre a adolescência para entender melhor a adaptação dos adolescentes às tecnologias digitais e sua utilização no estabelecimento e na manutenção de vínculos sociais. Assim, esta pesquisa objetiva investigar relações de adolescentes residentes em Salvador/BA estabelecidas na rede social do orkut. Nosso interesse primeiro é o estudo exploratório das fotos publicadas e dos comentários deixados nas páginas pelas pessoas que por elas navegavam de forma que possam ser identificados padrões da interação off-line que norteiam o estabelecimento de relações on-line e revelam padrões típicos de comportamentos sexualmente manifestação de afeto, elogios, expressão de saudade e busca de contatos. Posteriormente, os comentários que revelam a busca de contatos e a de afeto serão categorizados segundo apresentada no Verbal Behavior (1957) de B. F. Skinner. Por fim, pretendemos discutir, segundo o conceito de “metacontingências” apresentado por Sigrid Glenn (1986), os aspectos socio-culturais depreendidos dessas análises. A relevância deste projeto revela-se por 1) considerar a mídia digital é uma ferramenta eficaz de sociabilidade dada sua importância no favorecimento da aptidão para a vida em grupo, e por 2) utilizar-se de princípios sólidos de Análise do Comportamento no entendimento das particularidades da interação mediada pelas tecnologias digitais.

Pesquisadores que já participaram do GITS/UFBA

Thianne

Thianne Luz é Psicóloga formada com ênfase em Gestão de Pessoas pela UFBA e mestre no Programa de Pós-Graduação de Psicologia da UFBA na área de Cognição Social e Dinâmicas Interacionais. Seus interesses de pesquisa são temas relacionados principalmente a interseção da Psicologia, Comunicação, Moda e Cultura Digital – Influência Social, Influenciadores Digitais de Moda.

Thais Miranda é doutora em Comunicação e Cultura Contemporâneas (POSCOM UFBA) – com estágio doutoral na Université René Descartes, Paris V, Sorbonne. É mestre em Administração e possui graduação em Comunicação Social. Atualmente, dedica-se às atividades acadêmicas e de pesquisa, além de ser redatora da Agência Fábrica – Marketing Digital. Foi coordenadora dos cursos de Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas e Comunicação e Marketing da UNIFACS, onde também atuou como orientadora de trabalhos de conclusão de curso, professora da graduação e pós-graduação, além de participar do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE (2001 a 2011). Thais Miranda desenvolveu trabalhos na área de Marketing e Comunicação em organizações de diferentes segmentos, bem como compôs o quadro docente de diversas Instituições de Ensino Superior, tais quais UCSAL, UNIME, FIB, UNIJORGE, dentre outras. Suas pesquisas e principais interesses dizem respeito às pornografias e sexualidades digitais, performances sociais, interações e privacidade em ambientes digitais. (Lattes | @thaisbmiranda)

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Ana Terse Soares é graduada em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas (2004) pela Universidade Salvador, Mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia (2013) na linha de Cibercultura e Doutoranda no Póscult/UFBA. Atualmente integra os Grupos de Pesquisa em Interação, Tecnologias Digitais e Sociedade (GITS) e o Analítica: Crítica de Mídia, Estética e Produtos Midiáticos, ambos na Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia. É professora do Centro Universitário Jorge Amado, onde também atua na Coordenação Geral da Cátedra em Tecnologias Assistivas Red Ilumno Indra. Atualmente, desenvolve pesquisa sobre Performances musicais através de Hologramas e seus interesses científicos debruçam-se principalmente sobre os seguintes temas: Comunicação e Tecnologias Digitais, Cultura Digital, Redes Sociais, Produção de Presença e Materialidades da Comunicação, Arte e Tecnologia, Música e Virtualidade, Experiência Estética e Holografia, Performances Musicais e Tecnologias Digitais, Digital Bodies, Performers Virtuais.. (Lattes | @Aterse).

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Claudia Galante é mestre pelo Programa de Pós-graduação em Psicologia Social da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na linha de pesquisa Ideologia, Comunicação e Representações Sociais. Especialista em Marketing pela FAE (PR) e graduada em Comunicação Social pela PUC-PR. Atualmente atua no departamento de comunicação social do Instituto Federal da Bahia (IFBA) Campus Camaçari. Tem experiência na área de Comunicação e interesse nos seguintes temas: mídia, democracia, cibercultura e interações. (Lattes)

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Nilton Pedrett é mestrando pelo Programa de Pós-graduação em Psicologia da Universidade Federal da Bahia, Estudou informática e Ciência da Computação antes de graduar-se em Psicologia. Tem experiência em psicologia clínica humanista e interessa-se pelas interfaces entre evolução darwinista, cultura, religião e tecnologia. Atualmente participa do GITS como pesquisador e de um grupo de pesquisa em aprendizagem centrada no aluno como coordenador.

Maria Alessandra Calheira é mestre em Comunicação e Culturas Contemporâneas, na linha de Cibercultura, pela UFBA; Especialista em Marketing pela ESPM e Bacharel em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela UCSal. Atua como Coordenadora Geral do Centro de Carreiras, Escritório de Intercâmbio e Núcleo de Responsabilidade Corporativa do Centro Universitário Jorge Amado. Faz parte do corpo docente dos cursos de graduação e pós-graduação desta mesma instituição onde leciona disciplinas voltadas a Comunicação, Gestão, Criatividade, Marketing e Planejamento de Carreira. Atuou 12 anos como Redatora Publicitária quando foi laureada com um Leão no Festival Internacional de Cannes, com uma medalha de prata no Clube de Criação de São Paulo, Top de Marketing da ADVB, entre outros. (Lattes | @mariaalessandra)

Perfil

Mateus Gonçalves é graduado em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pela Universidade do Estado da Bahia. Atuou como bolsista de Iniciação Científica (CNPq e Fapesb), vinculado ao GUPEMA (Grupo de Pesquisa e Estudos em Mídias Alternativas e Midiativismo), em projetos sobre midiativismo e comunicação comunitária em bairros periféricos de Salvador, investigando a apropriação de tecnologias digitais por jovens de classes populares e suas contribuições para a elaboração de novas experiências estéticas no campo do audiovisual, através da veiculação de imagens em redes sociais. Realizou também pesquisas sobre o uso corporativo do Instagram, que resultaram em uma monografia premiada pela ABRP (Associação Brasileira de Relações Públicas). Possui interesses de pesquisa em interações, privacidade e vigilância em redes sociais. (Lattes | @MateusGon)

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Patrícia Luz é jornalista e especialista em Jornalismo e Convergência Midiática, graduada pela Faculdade Social da Bahia. Também é bacharel em Teologia pela Universidade Católica do Salvador. Atua como assessora de comunicação da Arquidiocese de São Salvador da Bahia. Possui interesse de pesquisa na temática religião e mídias digitais. (Lattes)

Felippe Thomaz é graduado em Comunicação Social com ênfase em Rádio e TV pela UESC e Mestre e Doutorando do Programa de Pós Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela UFBA. Seu trabalho na academia está voltado à relação dos jogos eletrônicos com a sociedade contemporânea, mais especificamente, nas possibilidades de construção identitária em mundos virtuais. Além da pesquisa acadêmica, sua área de atuação envolve artes visuais, sobretudo nas áreas de audiovisual, fotografia e computação gráfica. (Lattes | Site | @flipthomaz)

José Bonifácio do Amparo SobrinhoDoutorando em Psicologia pela linha de pesquisa Cognição Social e Dinâmicas Interacionais, Mestre em Psicologia Social e do Trabalho pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), com formação em Gestalt-Terapia pelo Instituto de Gestalt-Terapia da Bahia (IGTBA). É coordenador da Liga Acadêmica Relações Raciais, Psicologia e Sociedade (LARRPS) na Universidade do Estado da Bahia (UNEB), onde , atualmente leciona componentes associados à psicologia social e abordagens fenomenológico-existenciais. Fundador do Centro de Estudos e Pesquisas em Ciências do Comportamento (CEPECC), foi professor substituto na Universidade Federal da Bahia (UFBA) em disciplinas associadas à elaboração de Projetos de Pesquisa Científica, sendo professor efetivo no campo de Psicologia do Trabalho e Organizacional (PTO) em instituições privadas. É membro efetivo do Grupo de Pesquisa em Interação, Tecnologias Digitais e Sociedade (GITS), participando de pesquisas sobre estratégias interacionais advindas de mediações tecnológicas.

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Allana Gama é mestranda no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Culturas Contemporâneas pela UFBA, na linha de pesquisa em Cibercultura. Graduada em Comunicação Social com Habilitação em Relação Públicas pela Universidade do Estado da Bahia. Seus interesses de pesquisa perpassam por Influenciadores Digitais, Construção da Imagem nas Redes Sociais, Relações Interpessoais, Influência mediada e Capital Social no contexto de Cibercultura.

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Bruna Lantyer é Psicóloga, mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFBA, especialista em Terapia Analítico Comportamental pela Universidade Jorge Amado. Atua há 4 anos como Psicóloga Clinica com o foco em Transtornos de Ansiedade. Atende aos públicos infantil, adolescente e adulto. É pesquisadora no grupo de pesquisa ACSC – Analise do Comportamento, Subjetividade e Cultura (UFBA) onde desenvolve pesquisas com delineamento teórico e prático acerca de processos culturais e práticas clínicas. Áreas de Interesse: Subjetividade e Cultura; Psicoterapia mediada por dispositivos técnicos digitais e Utilização de dispositivos vestíveis de automonitoramento de aspectos de si.

Maurício Moura é Psicólogo, graduado pela Faculdade Ruy Barbosa e mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFBA. Atua como pesquisador clínico no grupo de pesquisa em Análise do Comportamento, Subjetividade e Cultura (UFBA), onde produz pesquisas de cunho teórico-conceitual e aplicadas. Áreas de interesse: Práticas culturais e tecnologia; relacionamentos interpessoais e intimidade; filosofia e ensino de ciências.

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Luisa de Oliveira é graduanda em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia, tem interesse na área de tecnologia e interações sociais como fator decisivo para a formação da Sociedade Contemporânea.

Admari

Admari Cajado é graduada em Letras Vernáculas pela Universidade Federal da Bahia, é Mestre em Literatura pela universidade Federal da Bahia, na linha Estudos Culturais. Atua como docente na UAB/UNEB desde 2010 e Faculdade da Cidade do Salvador desde 2006 e da rede estadual de ensino SEC/BA desde 2002. No momento desenvolve pesquisas sobre humor como prática de interação social. Seus temas de interesse são: piadas, chistes, trolagem, memes, redes sociais. (Lattes).

Fabricio Santana Possui Bacharelado em Ciência da Computação pela mesma instituição. Foi membro (2006-2008) do Grupo de Pesquisa em Educação, Comunicação e Tecnologias na Faculdade de Educação (GEC/FACED/UFBA) durante a graduação. Sua pesquisa se concentra nas produções audiovisuais colaborativas em comunidades específicas e as possíveis transformações socioculturais surgidas nelas. Além da Cibercultura, possui interesse em Políticas de Comunicação, Mídias Digitais e Direitos Autorais. (Lattes | @fabriciusantana)

Fernanda Carrera é doutoranda pela Universidade Federal Fluminense e mestre pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas, na linha de pesquisa Análise de Produtos Midiáticos, da UFBA. Especialista em Gramática e Texto pela Unifacs e graduada em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda pela UCSAL. Foi coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda da Estácio – FIB e professora do curso de Comunicação da Estácio e da Unijorge. Tem interesse nos temas: Mídias Sociais e Análise do Discurso organizacional. (Lattes | @nandacarrera)

Lineu

Lineu Oliveira é mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da Faculdade de Comunicação da UFBA, na linha de pesquisa em Cibercultura. Possui Licenciatura em História pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFBA e é especialista em Relações Internacionais pela Escola de Administração da UFBA. Atualmente desenvolve pesquisa sobre o compartilhamento de filmes na internet através de comunidades privadas que utilizam o protocolo BitTorrent. (Lattes | @lineuoliveira)

Luciana Ferreira é mestre em Comunicação e Cultura Contemporânea pela UFBA. Especialista em Cibercultura também pela UFBA e em Docencia do Ensino Superior pela UNIFACS. Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo. Participante do Grupo de Jornalismo Online (GJol). Atuou na Rede Nacional para o Estudo do Ensino do Ciberjornalismo na Era da Convergência Tecnológica. Metodologias, Planos de Estudo e Demandas Profissionais. Temas de interesse: ensino do jornalismo, jornalismo digital e jornalismo hiperlocal. (Lattes | Blog)

Ruan Carlos Brito é mestre pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas, na linha de pesquisa sobre Cibercultura, da UFBA. Especializando em Comunicação e Política, também pela UFBA. Graduado em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda, pela UFPA. Tem interesse nos temas: Comunidades Virtuais e Interações Online, Mídias Sociais e Comunicação Política. (Lattes | @CrapulaMor)

Tarcízio Silva é mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas, na linha de pesquisa sobre Cibercultura, da FACOM/UFBA. Bacharel em Comunicação com habilitação em Produção Cultural. Estuda as relações entre a produção e circulação de dados digitais com aspectos interacionais, mercadológicos e científicos. (Lattes | Blog | Twitter)

Bianca Orrico Serrão - foto

Bianca Orrico é psicóloga, graduada pela Universidade Salvador e Mestre em Psicologia do Desenvolvimento pela Universidade de Coimbra (Portugal). Tem experiência em acompanhamento de crianças e adolescentes em situação de risco e vulnerabilidade social. Realizou pesquisas sobre adolescentes, redes sociais e tribos urbanas. (Lattes)

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amanda

Amanda Sartório é graduanda em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia, tem interesse na área de tecnologia e interações sociais mediadas por mídias digitais. Participa de pesquisa sobre o uso do Facebook como ferramenta pedagógica. (Lattes)


rodrigocaldas

Rodrigo Caldas é graduando em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia, tem interesse na área de tecnologia e produção de subjetividade. Participa de pesquisa sobre o uso do Facebook como ferramenta pedagógica. (Lattes)

Interações em redes de

compartilhamento de fotografias

Compreendendo a mediação em ambientes físicos e na web