It´s Complicated: Capítulo 7

Capítulo 7 – Literacy are today’s youth digital natives?

Como os jovens de hoje nasceram em um mundo em que a internet sempre existiu, assume-se que eles entendem automaticamente as novas tecnologias. Nessa perspectiva, os adolescentes são considerados nativos digitais enquanto os adultos são imigrantes digitais (termo cunhado por dois funcionários do governo de Massachusetts, em 2010).
Muitos dos adolescentes de hoje são muito envolvidos com mídias sociais e participantes ativos de redes públicas, mas isso não indica que eles têm conhecimentos ou habilidades para fazer a maior parte de suas experiências online. O termo “nativos digitias” é mais uma distração para entender os desafios que os jovens enfrentam em um mundo conectado.
O fato dos adolescentes serem nativos digitais, não significa que eles intrinsecamente têm o conhecimento ou perspectiva de examinar criticamente o que eles consomem. A autora coloca que, em seu trabalho de campo, conheceu tanto jovens que desenvolveram sites complexos como jovens que nem sabem a diferença entre um navegador web e a internet.

A emergência dos nativos digitais

Nesta seção, a autora propõe uma análise da origem do termo “nativos digitais” e do importante papel dos educadores – sejam pais, professores ou elaboradores de políticas, na utilização eficaz da tecnologia.
A noção de nativos digitais tem raízes políticas, em sua maioria nascidos fora do techno-idealismo americano, seguem algumas delas:
(1) John Perry Barlow: renomado poeta e ciberlibertário, alavancou esse conceito do mundo dividido entre “nós” e “eles”. Barlow usava palavras provocativas para expressar pontos de vista políticos. Como já mencionado na introdução, ele escreveu “A Declaração da Independência do ciberespaço” para o Fórum Econômico Mundial de Davos, em 1996. Seu manifesto foi um desafio explícito aos governos do mundo industrial e na oposição entre o espaço cibernético e a velha ordem mundial, que sobrepôs o “nativo” contra o “imigrante”. Ele coloca que os pais têm medo de suas crianças por serem nativas em um mundo em que eles sempre serão imigrantes e com isso negligenciam suas responsabilidade paternais.
Muitas pessoas tomaram literalmente a metáfora proposta por Barlow e tornou-se popular no discurso público promover a idéia de que “nativos” têm poderes técnicos singulares e habilidades.
(2) Douglas Rushkoff: seguiu uma linha semelhante ao pensamento de Barlow. Rushkoff argumenta em seu livro de 1996 “Playing the Future” que as crianças devem ser reconhecidas por sua engenhosidade. Ele utiliza os conceitos de imigrantes e nativos para celebrar o desenvolvimento das crianças na era digital.
Tanto Barlow quando Rushkoff colocam os adolescentes como atores poderosos posicionados para desafiar o status quo.
(3) Marc Prensky: cosultor educacional, em 2001 escreveu um artigo intitulado “Nativos Digitais, Imigrantes Digitais”. Nesse artigo, ele afirma que os estudantes de hoje pensam e processam informações diferentemente de seus antecessores. Prensky popularizou a noção de nativos e imigrantes digitais.
Como o termo decolou e começou a permear o discurso popular, os estudiosos começaram a criticar as implicações subjacentes. A antropóloga Genevieve de Bell traz a idéia de que, ao longo da história, os imigrantes poderosos traíram populações nativas, destruindo seus espaços espirituais e afirmando poder sobre eles. Embora esta não é a história de todos os imigrantes, este lembrete levanta sérias questões sobre o que é reconhecido em discussões de nativos digitais. Ela coloca o questionamento: as pessoas pretendem reconhecer o conhecimento nativo como valioso ou como algo que deve ser restrito e controlado?
A noção de nativo digital, seja construída de forma positiva ou negativa, tem sérias consequências. Ela obscurece a distribuição desigual de competências tecnológicas e meios de alfabetização em toda a população jovem, apresentando um retrato impreciso dos jovens como uniformemente preparados para a era digital e ignorando o nível assumido de privilégio necessário para ser nativo.
Ao invés de focar em categorias geracionais grosseiras, faz mais sentido se concentrar nas habilidades e conhecimentos que são necessários para dar sentido a um mundo mediado. Jovens e adultos têm muito a aprender.
Vivemos em um mundo tecnologicamente mediado. Estar confortável usando a tecnologia é cada vez mais importante para as atividades cotidianas. Ao invés de assumir que a juventude tem habilidades técnicas inatas; pais, educadores e formuladores de políticas devem trabalhar em conjunto para apoiar aqueles que vêm de diferentes origens
A familiaridade com os mais recentes aparelhos ou serviços muitas vezes é menos importante do que possuir conhecimento para envolver-se produtivamente em situações em rede, incluindo a capacidade de controlar os fluxos de informação pessoal e procurar e interpretar a informação acessível.
A maioria dos contextos educativos formais não priorizam as competências digitais, em parte por causa da suposição de que os adolescentes nativamente entendem qualquer coisa ligada à tecnologia e em parte porque as avaliações educacionais existentes não exigem esta priorização.

A juventude precisa de novos letramentos

Muitas das tecnologias que temos hoje, do Google a Wikipedia, exigem que os usuários interajam com a informação de forma crítica.
A juventude deve ter letramento midiático. Quando os jovens se envolvem com a mídia, seja como consumidores ou produtores, eles precisam ter as habilidades para fazer perguntas sobre a construção e difusão de determinados artefatos de mídia.
A noção de letramento midiático é anterior à internet. No Reino Unido, esses esforços vem desde a década de 1930, quando os educadores argumentavam que o público precisava ter habilidades de pensar criticamente sobre propaganda. Nos Estados Unidos, isso ocorreu somente a partir da década de 1960, quando educadores argumentaram que cidadãos informados precisavam ser capazes de avaliar criticamente as mensagens que os cercam. As pessoas também devem aprender a questionar os preconceitos e pressupostos nos conteúdos que elas vêem.
Apesar dos programas de alfabetização de mídia serem discutidos e implementadas ao acaso ao longo de décadas, a maioria das pessoas têm poucas habilidades críticas em relação ao conteúdo que elas consomem.
Em um mundo conectado, em que menos intermediários controlam o fluxo de informação e mais informação está fluindo, a capacidade de criticar a informação é cada vez mais importanre. Precisamos saber como lidar com a grande quantidade de informação que é facilmente acessível e raramente vetada.
Certamente, os jovens precisam dessas habilidades críticas que os defensores do letramento midiático têm promovido ao longo de décadas. É preciso tempo e esforço, bem como oportunidades, redes e treinamento para se tornar participantes e contribuintes ativos.
Exemplo do MySpace: nos primeiros dias de popularidade do MySpace, alguns adolescentes aprenderam que podiam modificar a aparência de seus perfis, inserindo o código na forma de HTML, CSS ou JavaScript. Isso foi possível devido a um bug no código de desenvolvimento. A empresa decidiu não corrigir o erro, para ver como os usuários personalizariam suas páginas. Entusiasmado com a possibilidade de criar “layouts” e “fundos”, os adolescentes começaram a aprender códigos suficientes para modificar seus perfis.
Embora não seja necessário ser tecnicamente alfabetizado para utilizar a internet, aqueles com letramento técnico limitado não são necessariamente preparados para serem cidadãos poderosos do mundo digital. À medida que novas tecnologias surgem para permitir que as pessoas acessem informações, as questões trazidas pelo letramento midiático e a familiaridade tecnológica se cruzam para criar novos desafios. Capacitar a juventude requer muito mais do que chamá-los de participantes nativos.

A Política de Algoritmos

Boyd inicia a seção trazendo o exemplo de uma adolescente de Massachusetts que orgulhosamente exclamou em um ambiente de grupo que ela não usou Wikipedia. Quando perguntado por que, ela explicou: “Ouvi dizer que isso não é verdade, e, geralmente, se eu estou procurando algo que eu quero, e é verdade, eu costumo ir ao Google”. Os professores a incentivaram a buscar informações no google, afirmando que a wikipedia era cheia de imprecisões porque todos podiam editá-la. A adolescente interpretou que qualquer coisa que aparece no topo da página de resultados do Google deve ser verdade. Se não, por que ele iria aparecer no topo? E por que seus professores recomendariam?
A autora coloca que em todos os lugares que ela foi, ouviu pais, professores e adolescentes expressarem reverência ao Google. Viram o Google como uma fonte de informação confiável em um ecossistema digital cheio de conteúdo de qualidade duvidosa. Mais importante, muitas das pessoas acreditam que o Google é neutro, ao contrário de fontes de notícias tradicionais, como a Fox News ou o New York Times. A maioria das pessoas tomam como certo que alguém, normalmente o editor-chefe, escolhe o que histórias aparecem na primeira página de um jornal ou que são cobertos em um segmento de TV. Por outro lado, as pessoas ingenuamente supõem que os algoritmos produzidos pelo Google não têm os mesmos preconceitos de um editor.
Apesar de compreender as particularidades da tecnologia, é importante reconhecer que os algoritmos não são neutros.
Cada vez mais, os resultados obtidos a partir de motores de busca como o Google são altamente personalizados e dependentes do que o Google sabe sobre o que a pessoa que faz a consulta, incluindo informações demográficas, histórico de pesquisa e dados obtidos através de mídias sociais. Em seu livro de 2011, The Filter Bubble, o ativista político e criador tecnológico Eli Pariser argumenta que os algoritmos de personalização produzem divisões sociais que minam qualquer possibilidade de criar um público informado.
Dada a falta de porteiros formais e a diversidade de conteúdo e autores, muitas vezes é difícil determinar credibilidade online. Como os jovens não aprendem a avaliar criticamente a qualidade da informação que eles acessam, eles simplesmente procurar novos intermediários que podem ajudar a determinar o que é valioso. Eles vêem os resultados do Google como verdadeiros e, rejeitando conteúdo de qualidade a partir de outros sites que eles foram ensinados a desconfiar, eles assumem que o Google é neutro e que sites como o Wikipedia tem informações duvidosas.

Wikipedia como um site de produção de conhecimento

Nesta seção, a autora defende a wikipedia como uma alternativa de letramento digital e de ver de forma crítica como se dá a construção do conteúdo.
Wikipedia tem uma má reputação na educação americana. A visão de entre muitos educadores é que uma enciclopédia livre onde todos podem editar deve ter imprecisões e informações enganosas. Dessa forma, o potencial educacional da Wikipedia é ignorado. Os alunos estão bem conscientes de que a maioria dos professores consideram Wikipedia como uma fonte de precisão muito limitada.
Quando as pessoas excluem a Wikipedia, elas argumentam que sua credibilidade é limitada, ainda que análises mostraram que o conteúdo da Wikipédia é tão credível quanto, ou até mais confiável, que os recursos mais tradicionais, como a Enciclopédia Britânica de Professores.
A autora coloca que, embora quase todo adolescente que ela conheceu contou histórias sobre professores que os tinham proibido de usar a Wikipedia para trabalhos escolares, quase todos usavam o site de qualquer maneira. Ela coloca que conheceu um menino que disse que como seus professores nunca realmente verificavam as fontes, ele usava Wikipedia para obter informações que ele precisava e nas citações colocava outras fontes.
O fato é que os professores ridicularizam o site sem fornecer um olhar crítico para a informação disponível. A Wikipedia pode ser uma ferramenta educacional fenomenal, pois, ao contrário de outras fontes de informação, incluindo enciclopédias e livros de autores credíveis, toda a história de como os usuários constróem um verbete é visível. A Wikipedia não é simplesmente um produto do conhecimento, é também um registro do processo pelo qual as pessoas compartilham e demonstram conhecimento.
Alguns professores consideram certas publicações confiáveis e estudantes tratam esse conteúdo como um fato, sem refletir sobre o conteúdo ter um ponto de vista e estar inserido no contexto do autor.
Embora muitos estudantes vêem os livros como material de autoridade, o conteúdo não é neutro nem necessariamente preciso. Os livros didáticos muitas vezes ficam ultrapassados. Alguns escritores inserir preconceitos em textos porque reforçam certas crenças sociais ou políticas.
A Wikipedia fornece uma plataforma para ver como o conhecimento evolui e é contestado. Por exemplo, O que torna a entrada sobre a Revolução Americanam interessante não é simplesmente a saída na forma de um artigo completo, mas as páginas de ampla discussão e edição da história.
Embora a maioria dos adolescentes que usavam a internet conheciam a Wikipedia, a maioria das pessoas não sabia sobre a página de discussão ou o histórico de edições. Ninguém ensinou-os a pensar em Wikipedia como um documento evolutivo que revela como as pessoas produzem conhecimento. Esta é uma oportunidade perdida. A Wikipedia oferece um contexto ideal para envolver os jovens para interrogar suas fontes e entender como a informação é produzida.
Muitas tecnologias digitais prejudicam ou desestabilizam as instituições de autoridade e competência, revelando formas alternativas de geração e curadoria de conteúdo.
O valor da Wikipedia seria mínimo se não fossem as fontes que as pessoas podem usar para a criação de entradas. Muitos dos artigos de história da Wikipédia, por exemplo, dependem fortemente de conteúdo escrito pelos historiadores. A Wikipedia combina a apresentação de informações de várias fontes, de forma livre, de acesso público, compreensível, revelando tendências e debates que entraram na produção desse conteúdo.
A autora destaca a Wikipedia como uma valiosa forma de usar a tecnologia para criar oportunidades para o aumento do letramento digital.

Desigualdade digital

Os desafios trazidos pelo letramento digital reforçam a questão da desigualdade digital, que muitas vezes é escondida pela expressão de nativos digitais. O teórico da mídia Henry Jenkins explica que falar de “nativos digitais” ajuda-nos a reconhecer e respeitar os novos tipos de aprendizagem e expressão cultural que surgiram a partir de uma geração que amadureceu junto com o computador pessoal e em rede. No entanto, falar de “nativos digitais” também pode mascarar os diferentes graus de acesso e conforto com as tecnologias experimentadas pelos diferentes jovens. Falar sobre a juventude como nativos digitais implica que há um mundo que esses jovens compartilham e um corpo de conhecimento que tudo domina, ao invés de ver o mundo online como desconhecido e incerto para todos nós.
A retórica em torno dos nativos digitais ofusca e reforça as desigualdades existentes.
A política em torno da inclusão digital vem acontecendo há várias décadas. No final de 1990, jornalistas, acadêmicos e agências governamentais começaram a usar o termo exclusão digital para descrever a diferença no acesso entre ricos e pobres.
Os debates públicos travados sobre a forma de abordar a desigualdade provocada pela exclusão digital deixaram claro que o acesso não deve ser confundido com o uso.
Somente o acesso pouco importava se as pessoas não sabem como usar as ferramentas. À medida que os mais jovens tiveram acesso à tecnologia através das escolas e instituições públicas e com a diminuição dos custos, aumentou-se a preocupação sobre a desigualdade de habilidades, alfabetização e acesso “socialmente significativo”.
Em 2011, 95% dos adolescentes norte-americanos tinham alguma forma de acesso à internet, seja em casa ou na escola. Porém, o que os adolescentes fazem com o acesso varia gradativamente. Jenkins e seus co-autores destacam que as diferenças do acesso alteram os níveis de engajamento e participação. Por exemplo, um adolescente que usa um computador da biblioteca com acesso filtrado, durante uma hora por dia tem uma experiência muito diferente com a internet do que aquele que tem um smartphone, laptop e conetividade irrestrita.
Variações na experiência também resultam em uma outra forma de desigualdade digital: níveis diferentes de habilidades. Por mais de uma década, a socióloga Eszter Hargittai pesquisou usuários de internet, incluindo os jovens, sobre suas habilidades na web. Ela mostra que longe de ser uma questão geracional, existem diferenças significativas na educação para as mídias e as habilidades técnicas, mesmo dentro de grupos etários. Variação de habilidades está ligada, em parte, a diferenças no acesso aos computadores. Em uma extremidade do espectro, temos aqueles adolescentes que têm seus próprios laptops e telefones inteligentes e geralmente acessam a internet em qualquer lugar, desde dicas de moda até as tarefas de casa. Na outra ponta do espectro estão os adolescentes que têm poucas oportunidades de acesso à internet e apenas de forma regulada, em contextos filtrados como centros de informática nas escolas ou bibliotecas. Hargittai descobriu que as competências tecnológicas dos adolescentes estão fortemente correlacionadas com a qualidade de seu acesso. Qualidade de acesso é, também sem surpresa, correlacionada com o estado sócio econonômico.
A questão da desigualdade digital também tem implicações políticas – quando a sociedade molda a exclusão digital como um problema de acesso, vemos o governo e a indústria como o responsável por abordar o problema. Quando a sociedade entende a exclusão digital como uma questão de habilidades, colocamos o ônus de aprender a gerir a indivíduos e famílias. O peso da responsabilidade muda dependendo de como nós construímos retoricamente e socialmente o problema.

Além dos Nativos Digitais

A maioria dos estudiosos até agora rejeitou o termo nativos digitais, mas o público continua a adotá-lo. John Palfrey e Urs Gasser, co-autores de Born Digital: Entendendo a primeira geração de nativos digitais, sugerem que deve-se resgatar o conceito e torná-lo mais preciso. Para corrigir equívocos, eles oferecem uma descrição dos nativos digitais como pessoas que compartilham uma cultura global comum que é definida não pela idade, a rigor, mas por certos atributos e experiências relacionadas em como eles interagem com as tecnologias da informação, com a informação em si e outras pessoas e instituições. Aqueles que não foram originalmente digitalis podem ser tão conectados, se não mais, do que seus colegas mais jovens. E nem todos que nasceram desde 1982 passam a ser um nativo digital.
Em seus escritos, Palfrey e Gasser não medem esforços para clarificar quem é e quem não é um nativo digital. Eles destacam a importância da lacuna entre a participação emergente e os desafios trazidos como resultado da desigualdade digital. Muitas pessoas continuam a citar a obra de Palfrey e Gasser como “prova” de que todas as crianças são nativas digitais. A autora coloca que não está convencida de que o termo possa ser recuperado.
A retórica dos nativos digitais é perigosa devido à forma como a sociedade politizou essa linguagem, que permite que alguns evitem a responsabilidade de ajudar jovens e adultos a navegar em um mundo conectado.
Olhar toda a juventude como nativos digitais pressupõe que todos nós, como sociedade, só precisamos ser pacientes e esperar por uma geração desses prodígios digitais para crescer. A atitude de laissez-faire é improvável para erradicar as desigualdades que continuam a surgir. Da mesma forma, essas atitudes não irão capacitar os jovens a terem uma participação mais sofisticada na mídia.
Marc Prensky argumenta que nós devemos aumentar a “sabedoria digital”, tanto em na criação de ferramentas que permitem a compreensão, como na capacitação das pessoas para usar as ferramentas existentes com sabedoria. Devemos ser conscientes sobre o nosso compromisso com a tecnologia. E desenvolver sabedoria requer uma aprendizagem ativa.
A tecnologia vai desempenhar cada vez mais um papel importante na sociedade. Adultos e jovens precisam desenvolver letramento digital e as competências tecnológicas para serem participantes ativos na nossa sociedade da informação. A aprendizagem é um processo ao longo da vida.

Claudia Galante

É mestre pelo Programa de Pós-graduação em Psicologia Social da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na linha de pesquisa Ideologia, Comunicação e Representações Sociais. Especialista em Marketing pela FAE (PR) e graduada em Comunicação Social pela PUC-PR. Atualmente atua no departamento de comunicação social do Instituto Federal da Bahia (IFBA) Campus Camaçari. Tem experiência na área de Comunicação e interesse nos seguintes temas: mídia, democracia, cibercultura e interações.

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